
A Professora leu a Apostila de Mario A. Perrini, - e
falou sobre a língua indígena e seus dialetos.
- Falou de novo sobre Imagem Acústica e Suassure.
- Que quem determina o uso da Língua é o falante e não a Gramática.
- Que em algumas línguas há apenas passado e não
passado. Perfectivo Ação completa e Imperfectivo ação
Incompleta
(Nada daquele monte de presente, futuro, pretérito e lá vai) - Lembrou mais uma vez que a Semiótica estuda os signos.
- Falou sobre o falante não usar mais as formas marcadas de conjugação dos verbos:
Eu canto
Tu cantas
Ele canta
Tu cantas
Ele canta
Explicou que a Terceira pessoa é a forma não marcada – que é quando o falante
usa de forma livre. Tipo Tu CANTA sem o s.
- Falou que SVO – Sujeito, Verbo e Objeto é a forma de construção frasal canônica da nossa Língua, mas que muitas vezes a Língua aceita o SOV – Sujeito, Objeto e Verbo (Ex: Ele ME mordeu)
- A Língua é como guarda-roupa, usa-se conforme a ocasião. Se usar sempre a mesma fala, uma hora vai ser errada.
- A Língua falada varia de forma cultural, social, econ6omica e etc. O que não acontece com a Língua Escrita.
- Papéis Temáticos – É a carga semântica da Função do Sujeito.
- Separação silábica é Intuitiva. Você pede para a pessoa dizer devagar a palavra inconstitucionalissimamente e ela diz por sílabas: in-cons-ti-tu-ci-o-na-lis-si-ma-men-te e não soletra.
- Explicou que a conjugação do verbo em pessoa, é uma Função Classificação por vogal e não tem outro sentido.
Isto até onde eu saí,
as 17:00.
O Serley gravou a aula...
O Serley gravou a aula...
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